segunda-feira, 19 de abril de 2010

School. 3° F

Não foi a história, não foi o lugar e nem os personagens que eu queria. Mas nem por isso deixou de ser bom. Não sei se o que sinto é saudade, na verdade acho que não é bem isso. É um sentimento que eu não sei explicar. Tá na média entre pouca saudade e nenhuma saudade. Eu falo assim, mas tiveram coisas legais. Altas resenhas inesquecíveis. Algumas poucas pessoas me marcaram bastante e com elas ainda mantenho contato. Já de outras não lembro mas nem do nome. E essa foi a minha trajetótia no Motiva. Lembrarei eternamente até porque faz parte da minha história e não tem mas como mudar. Apesar dos pesares valeu tudo muito a pena.











(Talvez só ai seja pra sempre. Espero que seja...)

domingo, 18 de abril de 2010

Não importa o lugar, o que importa é com quem esta.



Eu sou muito apegada aos meus amigos e todo mundo que me conhece sabe muito bem disso. Quando estou com eles a alegria é tão grande que o lugar pouco importa e acaba se tornando um mero coadjuvante. A praia por exemplo tem toda a sua beleza incontestável, porém nos empolgamos tanto entre altos papos que esquecemos de admirar a maravilhosa paisagem. Em uma festa nos divertimos tanto, que vamos e voltamos sem nem saber qual era a banda que estava tocando. O que vale mesmo é estarmos juntos. O que vale são as brincadeiras sem noção. Chorar de tanto rir. Músicas e um violão. Cantar pra nos distrair. Ver o pôr do sol. Ou o sol nascer. Juntar a galera. Pegar a skol. E armar um boteco aê.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Cadê o teu sorriso?


Cadê o teu sorriso? Aquele sorriso de menino feliz? Cadê? Eu tenho procurado tanto isso em você. Não estou acostumada a te ver nesse sofrimento. Se sua luz se apagou então me deixa acender. É que não posso deixar algo assim se perder. Pois foi o seu semblante feliz que me salvou várias vezes. E se hoje eu procuro loucamente pelo seu sorriso, é para que como foi comigo o próprio te salve também. E não deixe você morrer. Cadê o seu sorriso? Cadê? Eu quero mas que tudo ver.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu vou de carro.

O meu sonho está perto de se realizar. Eu vou dirigir. Vou pegar o carro do meu pai e da no pé. Quem me dera fosse fácil assim. Pois bem, já faz um mês eu acho que entrei na auto escola e ontem fiz a prova de legislação. Cheguei no Detran cedinho, como sempre muita gente por lá. Fui fazer a prova sem ter estudado nada. Na cara e na coragem. Entrei na salinha de espera, o homem me deu a senha com o numero 43 e eu fiquei esperando chegar a minha vez. Como não havia estudado nada e tinha levado o livro na bolsa então enquanto eu esperava, estudava também. Mas não deu muito certo. Com aquele passa passa de gente era impossível estudar. Eu já estava declarando a minha reprovação. Tava todo mundo muito tenso. Que provinha pra deixar a galera mal! Foram entrando na sala de onze em onze e cada um que saia, saia pior que o outro. Isso me agoniava mais ainda. Saia da sala um rapaz. Reprovado. Saia da sala uma moça. Reprovada. Chegou a minha vez e lá fui eu. Sentei na frente do computador. Apertei em Iniciar Prova. Questão 1, fácil. Questão 2, fácil.Fácil.Fácil. [...] Como assim? Tudo fácil? Apertei em Finalizar Prova. Aprovada com 87% de acerto. Ufa.

Vou começar as aulas práticas e daqui a uns dias estarei de carteira na mão. Vou da carona a todo corajoso.

beijos.



terça-feira, 13 de abril de 2010

Irmãos.


Eu não fui agraciada em ter irmãos de sangue. Nem nunca cupei Deus por isso, mas sempre achei que ele foi um pouquinho injusto comigo. Eu queria poder dividir o meu quarto, o meu computador, a tv, meus pais. Me sinto egoísta tendo tudo só pra mim. Até pra brigar é complicado, pois não tenho ninguém pra descontar a minha raiva, nem em quem por a culpa – um irmão nessa hora cairia como uma luva – meus pais tem o trabalho deles e saem de casa e eu fico só, que irmão não seria uma boa companhia nessa hora. Pra tudo e pra nada juntos.

O bom é que fui recompensada com grandes amigos. Com grandes homens ao meu lado. Pessoas com quem eu posso contar sempre. São dois caras sensacionais e que me ligam pra saber como eu estou e como vai a minha vida. São ombros em que eu já molhei com minhas lágrimas mil vezes. São vozes que me aconselham bem. São braços que me dão conforto. São duas casas em que eu me sinto como se estivesse na minha própria .São duas famílias que me tem como filha. E são dois amigos que me tem como irmã.

Robson Travassos e Douglas Rocha. Eu vos amo, com um amor imensurável.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

Cinema.

Já faz um tempinho que eu não vou ao cinema. Vida muito corrida, se bem que essa é a desculpa que eu sempre dou, mas vou parar pra fazer isso. É bom ir assistir aquela comédia e se bolar de rir ou chorar com um filmezinho romântico, depende muito do como esta o espírito no momento, se ele ta pra rir ou pra chorar. Se estiver passando por algum momento difícil, nada de escolher filmes dramáticos, não vai cair bem. Você vai sair do cinema mais triste do que entrou. Esse não deve ser o propósito.

Eu ainda não assistir nenhum filme em 3D, até porque chegou agora a pouco sala de cinema em 3D aqui em João Pessoa. E não corri pro cinema pra assistir devido aos filmes que estão passando nenhum me interessarem. Então vou ficar na espera de algum filme bom estréiar pra eu ir lá e enfim me deleitar com os personagens saindo da telona. Vai ser irado! Me sinto como uma criança. kkkk

Ontem Walber Luis (namorado) veio aqui em casa e trouxe o filme O Solista. Eu fiz uma pipoquinha, muito boa por sinal, e assistimos ao filme que é bastante legal. É bom de vez em quando assistir alguma coisa em casa mesmo. E com companhias assim, ai é que é bom mesmo.

Fica a dica! Filme.

O Solista.
Sinopse: Steve Lopez (Robert Downey Jr.) é um colunista famoso do Los Angeles Times e vive em busca de uma história incomum. Em um dia como outro qualquer, não exatamente em sua busca por uma matéria, ele ouve na rua uma música e descobre Nathaniel, tocando muito bem num violino de apenas duas cordas. Seu nome é Nathaniel Ayers (Jamie Foxx), um dos milhares de sem teto das ruas de Los Angeles, ex músico que sofre de esquizofrenia, sonha em tocar num grande concerto e é um eterno apaixonado por Beethoven. Lopez prepara uma coluna sobre sua descoberta e recebe de um leitor, como doação, um instrumento para o músico. É o começo de uma amizade que poderá mudar para sempre suas vidas. Baseado em fatos reais.