sábado, 20 de julho de 2013

Resenha: Travessuras da menina má





Sempre que eu termino de ler um livro muito bom, fica incrustada dentro de mim uma vontade de indicá-lo. Falar sobre ele nesse espaço que eu disponho aqui, supre essa vontade, já que é um espaço aberto para qualquer pessoa que estiver interessada em encontrar uma opção de boa leitura.

Há muito tempo eu queria ler alguma coisa de Mario Vargas Llosa, pelo fato dele ser o autor renomado que é e por ter em seu histórico nada mais nada menos do o Prêmio Nobel de Literatura. Certo dia comprei o livro Travessuras da menina má para ser a minha leitura inaugural do autor. Essa obra é bastante comentada e permaneceu durante algumas semanas na lista das mais vendidas no ano em que foi publicado aqui no Brasil, por isso me bateu a curiosa de saber do que se tratava.

É uma história de amor arrebatadora e cheia de encontros e desencontros, além de possuir muitas experiências da própria vida do autor. A leitura é leva e flui tranquilamente. É gotoso de ler e a cada encontro do casal, fiquei presa à leitura de uma forma tão emocionante que não conseguia para de ler até eu ficar sabendo no que aquilo ia dá.

Ricardo é um peruano que tem o sonho de morar em Paris. Lily é uma aventureira cheia de ambições. Os dois quando ainda adolescentes se conhecem no Peru, Ricardo sempre se declarando para Lily que não demostra nenhum interesse em namorar o rapaz.

Mas, ao longo do tempo os dois se encontram em diversos lugares, como na Paris revolucionaria dos anos 60; na Londres das drogas, da cultura hippie e do amor livre dos anos 70; na Tóquio dos grandes mafiosos; e na Madri em transição política dos anos 80.

Fiquei com raivinha de Ricardo algumas vezes. Dava-me uma vontade de entrar na história e da uns puxões de orelhas nele. Em alguns momentos ele parecia até babaca, mas por traz de toda essa história de amor, o foco também é nos conflitos sociais europeus e nas convulsões politicas da América Latina.

É uma história que vai fazer você pensar no amor e perceber que de fato um amor verdadeiro pode existir. Então, não deixem esse romance ficar faltando na prateleira de vocês.

beijos, até a próxima.



sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Mundo Digital e Cultura Nordestina

O mundo digital me ganha de um jeito bem fácil, mas a parte de games nunca me chamou tanta atenção. Entretanto, tudo o que é feito para mostrar e exaltar a nosso cultura nordestina, eu gosto bastante. E encontrei algo que juntou os dois e a meu ver deu muito certo. O designer e professor, Rodrigo Motta junto com seus alunos do curso de Jogos Digitais da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas, em Campina Grande, criaram o game Xilo – vencedor do SBCGames 2011. A intenção desse trabalho é trazer a riqueza da cultura nordestina para o mundo digital, onde o sertanejo Biliu enfrenta criaturas como a Mula sem cabeça, o Curupira, o Boitatá, entre outros, para consegui recolher as peças de xilogravuras até chegar ao seu destino final, tudo isso ao som da banda Cabruêra. O game será lançado no próximo São João e eu já estou ansiosa para conferir esse trabalho.


"A cultura da nossa região nos deu várias coisas que poderíamos usar em um jogo: a estética em xilogravura, a trilha sonora em forró ou baião e a história  em cordel. Esse é o maior valor do Xilo. Deixamos essas expressões culturais o mais amarradas possível. Os versos do cordel, por exemplo, não são um produto por si só, eles servem ao jogo,por isso não existem separados deles."
                                                       
                                                                 - Rodrigo Motta, conta em entrevista a Revista da Cultura.

sábado, 22 de dezembro de 2012

A Culpa é Das Estrelas




O instagram é o meu vício e de minuto em minuto pego o celular pra dar aquela olhadinha. Em uma dessas olhadas eu me deparei com fotos de um certo livro azul. E fui procurar saber um pouco sobre ele. O tal livro intitulado A Culpa é Das Estrelas, me chamou atenção a principio pela cor da sua capa, um azul bem vivo, que não tem como passar despercebido. Descobri que o outro é John Green, que tem um estilo de escrita voltado pra o público jovem, mas que não deixa de arrebatar os corações adultos.

As resenhas que li sobre esse livro foram na maioria excelentes, todo mundo muito apaixonado por esse romance de Green. Então, achei que eu devia ler e dar a minha própria opinião.

Hazel é uma paciente terminal de câncer, vive muito sozinha e sua mãe querendo mudar isso, insiste para Hazel frequentar ao Grupo de Apoio a Criança Com Câncer para se distrair e fazer amigos. Nesse grupo de apoio ela conhece Gus, que também sofre da doença, e os dois logo ficam muito íntimos. Mas Hazel tem medo de ser uma bomba relógio na vida dele.

A história de Hazel e Gus só ficou interessante pra mim bem no final do livro. E quase que não ficava pra falar a verdade, mas digamos que os últimos 5 capítulos salvaram todo o livro. Eu esperava algo mais, e no entanto encontrei uma história de amor bem normal. Mas pra quem gosta do gênero é uma boa pedida.

Até a próxima,
Beijos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O Hobbit

A estréia de O Hobbit, filme inspirado no romance de J. R. R. Tolkien publicado em 1937, mexeu com a galera que é fã do Senhor dos Anéis, por ser uma historia que antecede a saga do anel. Todo mundo correu para o cinema no dia 14 de dezembro, querendo ver Gandalf novamente, e na expectativa de que esse filme superasse Senhor dos Anéis. A jornada de Bilbo Bolseiro com os 13 anões, acho que todo mundo já sabe, né? Todos os blogs por aí fazendo resenha, falando da história e até dando spoiler. Então, acho que não precisa de maiores apresentações.

Eu peguei o livro pra ler faltando um mês para a estréia, e só terminei um dia antes. Não que ele seja um livro cansativo, muito pelo contrário, a leitura flui e é bem bacana, só que eu estava no final do período da universidade e o tempo ficou escasso para uma dedicação exclusiva ao livro. Mas o importante é que eu consegui terminar a tempo. O filme foi totalmente dentro das minhas expectativas, humildes expectativas para deixar bem claro. Eu como uma mera expectadora curti bastante.

As partes que eram engraçadas e descontraídas no livro, no filme ficaram tão quanto, as cenas de batalha foram bem lights, seguindo também a linha do livro que foca em algo simples - até pelo fato de ser um livro para crianças - e a parte de Bilbo com Gollum foi super bem feita e na minha opinião a melhor. No filme apareceram cenas que não havia no livro, mas que foram bem vindas, porque não tem condições de dividir em três filmes um livro bem pequenininho de 19 capítulos, sem incrementar algo a mais.

Os críticos pegaram pesado, muitos não gostaram e falaram mal. Chegaram a dizer que é um Senhor dos Anéis ruim. As expectativas eram grandes demais, todo mundo achando que superaria Senhor do Anéis, mas eu particularmente fui ao cinema esperando ver uma história infantil, porque O Hobbit tem seu diferencial, e não é um Senhor dos Anéis. Talvez se a mídia não tivesse feito tantas comparações, O Hobbit teria o seu apogeu pelo simples fato de ser apenas O Hobbit.

Algo que eu gostei muito e vou compartilhar com vocês é a música que os anões cantam no filme. Nossa, é de arrepiar.






quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

sala de espera

As idéias chegam a cabeça de repente, e a gente pode está em qualquer lugar, por exemplo em um sala de espera de um consultório ondontologico esperando a vez de ser atendida. E idéias a gente não deixa passar né, ou deixa, eu particularmente deixo muitas, por motivos simples de preguiça.

Eu frequento o mesmo dentista a um bom tempo. E sentada aqui nessa cadeira esperando a minha vez, percebi que sempre que estive nesse local, minha vida estava passando por fases diferentes. Criança, adolescente e hoje aos 20 continuo dando as caras.

Eu mudei bastante. Já esse lugar continua o mesmo, mas deve ter mudado alguma coisa, talvez o jarro em cima da mesa da secretária, a própria secretária, os quadros, a cor da parede, tudo isso deve ter mudado, só que eu não presto muita atenção nos detalhes. Se mudou ou não, não lembro, mas posso dizer que do jeito está, tá bom.

E eu, do jeito que estou, estou boa? Espero que sim.

Sinto saudade do que fui, das coisas que tive, dos amigos, da escola e de mais um montão de coisas que não caberiam aqui se fosse mencionar todas.

Me pego muitas vezes pensando no passado sem necessidade, o presente parece tão melhor.

Há uma ligação forte entre em mim e o que já vivi, que me prende e não me solta. Se o passado fosse só um lembrança, tudo bem, mas querer voltar pra ele é um pouco demais eu acho.

Se bem que eu adoraria ter meu violão novamente pra passar horas e horas tocando - em um dia de loucura eu vendi. Queria voltar a fazer aula de dança, voltar ao cursinho de inglês que parei no ultimo estágio porque tinha enjoado, voltar a escrever cartas e dessa vez entrega-las, pois não tive coragem de entregar as que escrevi, voltar a fazer coisas simples mesmo.

As coisas complexas, essas eu tenho medo de voltar no tempo pra refaze-las. Apesar que mereciam ser mudadas. Foram muitas conversas mal resolvidas, que eu queria ter a oportunidade de voltar e me explicar melhor, mas no fundo eu sei que essas não valeriam a pena. Naquela época eramos, eu e os outros, cabeça dura demais. Seria uma missão quase impossível mudar.

Ai ai, eu e esses minhas vontades.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

aula

Não espere nada de interessante desse post. Eu tô na aula de introdução a engenharia, uma morgação sem tamanho. Metade da sala dormindo a outra metade no Facebook. Somando ao todo 15 pessoas das 60 que normalmente frequentam a aula.

Daí, o que foi que eu pensei? Vou atualizar esse troço, já que eu só dou as caras por aqui em situações de extremo tédio, quando não tem mais nada pra se fazer nesse mundo, me restando unicamente postar aqui.

Mas o pior que hoje é uma sexta- feira que antecede a o final de semana do carnaval. É ou não é pra chorar? É. E se essa professora não fizer a chamada eu vou pula da cadeira e dá um mata-leão nela, pq né.

Eu deveria está no bus indo pra Gba bem de boa nesse momento. Mas eu vou esquecer isso pq não adianta lamentar mais.

Sem contar que esse arcondicionado, tá gelando de um jeito, que eu tô me sentindo a Luiza que está no Canadá.

Voltando a aula em 3,2,1

Bom carnaval pra quem vai curtir e boa sorte pra mim que vou passar o fim de semana estudando calculo.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

tem vez que as coisas pesam mais...

Ao longo de duas décadas, alternei entre sorrisos e lágrimas, quem não? E na hora das lágrimas, usei e uso até hoje frases feitas pra não perder o foco, tipo, "depois de uma noite de chuva, vem sempre uma manhã de sol". É sempre bom manter a esperança, ou pelo menos se iludir com ela, vai que cola. Mas essa frase às vezes fica repetitiva demais no meu subconsciente, ai então eu troco por, "Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar. Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar". Essa é um trecho de uma música que eu passo a ouvir loucamente no iphone como se não houvesse amanhã.

Tá aqui a menina esperança, que com duas frases feitas consegue se livrar temporariamente das lágrimas... Que voltam, cedo ou tarde.

E algumas vezes voltam de uma forma inesperada e me pega desprevenida. Como aconteceu na última semana, quando recebi uma péssima notícia, dessas de abalar as estruturas e de não ter frase no mundo que me de esperança e faça essas lágrimas desaparecerem. É estranho passar a vida toda sabendo como driblar os fatos e na hora que é de extrema importância não conseguir.

Sinto que eu podia contornar qualquer situação, mas essa é como se fugisse o meu controle. Odeio doenças. Odeio ver pessoas sofrendo com elas. Odeio mais ainda não poder fazer nada. Me sinto inútil. Ter fé parece não ser suficiente. Eu queria colocar a mão na massa e arrancar com meus próprios dedos o mal de dentro da pessoa que eu amo, como nos meus sonhos... sonhos ainda podem virar realidade?





Esse troço/blog ainda existe

Esse troço aqui ainda existe? Porque eu já tinha esquecido. Minha vida é tão agitada que eu esqueço até de beber água, qualquer dia ainda morro desidratada.

Eu tô sem pc e só os deuses do olimpo sabem o quanto tô sofrendo por conta disso, mas de certa forma a tragédia é minimizada devido ao meu iPhone de guerra. Que nesta exato momento está me possibilitando realizar esse post inútil. Salve Apple, salve Steven Jobs, salve a esse app.

Se bem que se eu estivesse com meu pc agora, estaria levando um pau na cara sem conseguir baixar uma série se quer. Maldita seja essa SOPA.

Sem pc e sem festa da luz também...

É isso mesmo, sem festa da luz porque agora eu sou uma pessoa de Deus e não frequento esse tipo de festa. Mentxira. Não fui porque não era pra eu ir mesmo, mas em 2013 estaremos lá. Ou não.

Bem, Janeiro já pode acabar. Chega de perrengue.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Que música você veste?

Em uma dessas minhas bisbilhotadas diárias em blogs de moda, porque eu - como toda mulher desse mundo - quero sempre estar atualizada nas últimas tendências, encontrei algo que me chamou muita atenção. Certo blog falava em uma de suas postagens sobre o São Luiz Fashion, que é uma semana de moda em que lojas desfilam para mostrar as suas novas coleções. Lembrando que São Luiz é a capital do Maranhão, estado mais ou menos vizinho nosso. Se você não sabe de que estado eu sou, fique sabendo que eu sou da terrinha de Augusto dos Anjos, Ariano Suassuna, Sivuca, Jackson do Pandeiro... Já sabe qual é né? Se não, joga no Google o nome desses caras e se mata logo após saber de que estado eles são.

Voltando ao assunto.

O tema do São Luiz Fashion era “Que música você veste?”. Cara, eu acho fantástico unir música com qualquer outro ramo. Música é inspiração e pode sim influenciar no seu jeito de vestir e nos deparamos bastante com isso. A Banda Restart, por exemplo [de mau gosto] os caras se vestem conforme o estilo de música que eles tocam. Segundo eles o happy rock: um tipo de rock, se é que isso pode se chamar de rock, com o intuito de transmitir alegrias, então por isso usam aquelas roupas bem de biba super coloridas.

A galera do rock pesado gosta de usar umas roupas pretas com símbolos de caveiras e o @walbimm já teve essa fase que eu fiquei sabendo. Ops, contei. Outra turma que também tem um estilo bem próprio são os rappers que usam bonés de aba reta, calça largada, cueca aparecendo etc. Os hippes com seus cabelos rastafári, suas roupas simples e curtidores oficiais do raggae. Se eu for falar aqui de todos os estilos o post vai ficar gigantesco.

A ideia é essa, mostrar que cada um se veste de acordo com aquilo que ouve, que você tem em seu guarda-roupa uma verdadeira playlist. Pode ser muito divertido acordar pela manhã e dizer “Hoje eu vou me inspirar em Chico Buarque” e sair por aí esbanjando elegância. Ou caso você tenha levando um pé na bunda do seu namorado(a) e caído em uma tristeza profunda, aí decide se inspirar nas músicas de Adele. Você completou 18 anos e seu pai te deu um carro, nesse momento você sente uma felicidade que não sabe explicar e decide sair pra dá um role com uma roupa inspirada em Two Door Cinema Club. Mas terão aqueles dias em que você vai criar seu próprio estilo, só espero que não criem nada parecido com isso.

Beijos. Até a próxima.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quebrei o notebook

Não sei o que anda acontecendo comigo, mas espero de coração que essa maré de coisas ruins passe os mais rápido possível. Hoje à tarde eu estava em meu quarto, de frente para o meu notebook acessando a net, mas precisamente jogando conversa fora com o meu namorado no skype, até que o notebook começou a da sinal que precisava ser carregado. Eu muito esperta, peguei o carregador e coloquei o pc pra carregar.

De repente meu tio me chama. Eu muito apressada pra saber o que o meu tio queria, me levantei rápido e sem querer tropecei no cabo do carregador. Dou um 7belo pra quem advinhar o que aconteceu? Pois bem, aconteceu isso mesmo que você está pensando e para sua felicidade você acaba de ganhar um 7belo. Continuando a história e confirmando aquilo que todo mundo já imagina, meu pc caiu no chão. Isso tinha ocorrido outras vezes e por sorte não havia acontecido nada demais. Só que dessa vez foi diferente.

O cristal da tela do notebook quebrou. Eu gelei na hora. Pedi a Deus trinta vezes pra que aquilo fosse um sonho, mas eu sabia que não era. A irresponsável pela milésima vez aprontava mais uma. Tentei me consolar pensando que esse tipo de coisa acontece com todo mundo. No entanto meu tio fez o favor de esfregar na minha cara que isso era tudo menos normal e blá blá blá blá blá ...

Como esse blog é forever esquecido, se eu passar mil dias sem postar não vai fazer diferença alguma. Mas vou tentar postar sempre que der. Eu baixei um aplicativo no meu iPhone que me permite postar aqui no blog, aplicativo esse no qual estou agora. Obviamente que é horrível postar por esse aplicativo, só que pro momento só me resta isso mesmo.

Meu tio falou que vai levar o note para ajeitar amanhã. Espero que dê tudo certo, porque no fundo eu acho que vai da merda e eu vou ter que comprar outro note. E no momento isso não entra nos planos econômicos da minha família.

Só me resta rezar =[

sábado, 27 de agosto de 2011

...




A Força que me move.

Fast Car

No meu ultimo post eu fiz uma piada infame com as palavras fast car, que com certeza ninguém entendeu. Ninguém entendeu pelo simples fato de ser uma piada interna. Mas que eu não vejo problema algum em torná-la externa.

Um dia, bem por acaso - ou não - me bati com um cara que iria fazer a minha vida mudar. Eu que sempre gostei de uma confusão, complicação e tudo mais que termine com ão, me vi gostando desse carinha sem lei e sem documento. Há quem diga que são desses amores loucos que saem grandes histórias. Eu só vim mesmo acreditar nisso depois de muitos bocados...

Antes desse romance a vida já tinha me colocado diante de outros romances. Na escala do amor eu já subi e desci. Já apanhei e aprendi. Não cogitei em momento algum que houvesse algo mais pra acontecer. É nessas horas que a gente se engana. Porque até o ultimo momento da vida a gente vai está sujeito a surpresas inimagináveis. Só a morte faz o ciclo da vida acabar, antes disso tudo pode acontecer.

Sim, ai eu comecei a me relacionar com esse boy. Se existia a perfeição, ela estava ali embutida nele. Só que mais pra frente eu fui perceber que perfeito só Deus. O ser humano erra e erra na cara de pau. Mas o amor se sobressai sempre. Bem, o amor... Esse mesmo, o amor.

Esse cara que apareceu na minha vida não é perfeito, é simplesmente humano. É uma pessoa que se doa e que não desiste fácil, eu posso dizer até que ele não desiste nunca. E pra fazer o contraponto, foram às pessoas que ao longo da vida desistiram muito dele. Inclusive eu. Quem me conhece sabe da minha relação com desistências. Mas por algum motivo, que eu nunca descobri qual, eu resolvi começar a me empenhar em amar pessoas que tem algo a me ensinar. Foi a partir dessa sacada, que tudo mudou. O dia dessa minha sacada pra vida já faz algum tempo, só que tudo se oficializou dentro da minha cabeça quando ele me mandou essa música.

"[...] We gotta make a decision
We leave tonight or live and die this way [...]"

Eu não me arrependo dessa minha decisão, de ficar e lutar até o fim pelo nosso amor. Hoje eu escuto Engenheiros o Hawaii e Biquini Cavadão. Hoje eu faço planos para ir assistir a Orquestra Sinfônica da Paraíba. Hoje eu entendo melhor o que se passa dentro do meu coração e dentro do coração dos outro. Hoje eu sei perdoar. Hoje eu sei não desistir. Hoje eu sei amar.


ps: Se esse post ficou muito viajoso, não liguem, foi só um desabafo das três da manhã.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Post Fast

Esse post vai ser super fast [car].

Por que vai ser fast? Porque hoje vai acontecer o Ejc da Paróquia dos Bancários em que eu vou trabalhar e o @walbimm acabou de me ligar dizendo que daqui a pouco vai passar aqui em casa para me pegar pra irmos juntos para o local onde vai acontecer o Ejc. Então eu vou ter que ser rápida por aqui, por que mulher em quesito de se arrumar vocês sabem como é né. Falando nisso, acabei de perceber que eu não pintei as minhas unhas e que não da mais tempo e que elas irão feias assim mesmo. Fail.

...

Um dia desses escutando a Rádio Folha. com me deparei com uma música e foi a amor a primeira ouvida. Sei lá, pode ser que ninguém além de mim curta ela, mas a minha boa intenção de postar ela aqui é válida. Fiquem aí ao som de You and I - Wilco.

Por hora é só. Vou indo nessa para não me atrasar mais do que já estou.
Só mais um coisa, o cheiro de mofo desse blog agora sai.

@mariamenezezz

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Denúncia

Passei a vida toda escutando a minha mãe falar que eu tinha que passar no vestibular da universidadefederal. Eu também achava que a federal era sem dúvida a melhor opção. E quase morri de tanto estudar pra passar. E passei, mas morta do que viva pra enfrentar outra guerra.

Realmente a UFPB tem maravilhosos professores, mas não é porque é federal que vai deixar de ter também os piores. Tem professores ruins? Tem sim.

O que tem me incomodado é o desdém dos professores. No período passado, eu tive uma professora de Métodos e Técnicas de Pesquisa que não comparecia as aulas e quando comparecia só falava merda. Ela não deu sequer um assunto em 6 meses de curso, nem fez prova e quando já estava no fim do período passou um trabalho. Mas isso não é o pior, o pior é que ela disse que o meu trabalho estava todo errado e pá. Aí eu falei para a própria que se ela tivesse me dado aula direitinho eu teria feito o trabalho correto e quando eu cogitei a possibilidade de ir para a final, acho que a professora não gostou, porque se ela não fez nenhuma prova durante o período, não seria agora no final que ela iria fazer né. Resumindo, ela arrumou nota num sei de onde pra mim e eu passei com 7.

ps: Essa professora disse em uma de suas raras aulas, que ela faltava porque tinha que comprar remédios. Hã? LOUCA.

Outro ponto.
Já faz três semanas que eu estou sem professor de Neuroanatomia e do jeito que vai, não vão arrumar um tão cedo. Só que simplesmente Neuroanatomia é pré-requisito para quatro cadeiras do próximo período. É justamente isso que está me preocupando, porque se não arrumarem um professor o mais rápido possível, eu irei perder um período. O que parece não fazer diferença alguma para os coordenadores do Departamento de Anatomia, que já estão com a vida ganha.

A neguinha aqui só se dá mal.

ps: Além desses muídos todos que eu falei, ainda tem uma greve de promoção.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Férias

Bem antes das férias chegarem de fato, eu dei um pulo aqui no blog e falei que ia postar com frequência nesses dias de vida mansa. E como de costume, eu não postei nada, e lá se foram as férias.

A UFPB de merda, por conta num sei do que lá, deu aos seus alunos 20 dias de férias. Só e somente só. Eu nunca imaginei que em 20 dias pudesse acontecer tantas coisas como aconteceu. Foi muído de todo tipo, indo dos pênaltis perdidos pela seleção brasileira na copa américa até a morte de Amy Whinehouse.

Eu como uma boa jovem idosa, nessas mini férias fiquei em casa, dormi muito e viajei nas aventuras de Eragon, que por sinal é um bom livro [indico]. Aproveitei também para colocar a cabeça no lugar e tomar decisões que podem mudar a minha vida. Chega certo ponto que não dá mais pra ficar do jeito que tá. Né? De acordo com a idade, a mente tem que crescer também.

Espero voltar aqui mais vezes. É só o que espero. Tenho tantas coisas pra desabafar com palavras. Só falta a minha preguiça me da umas férias, que se fossem de 20 dias já estava bom.

FUI.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Again

   Eu deixei esse blog parar no tempo, mas como sou eu que decido tudo por aqui, resolvi voltar. Vou ter uns 15 dias míseros de férias e vou aproveitar pra postar as velhas coisas inútei de sempre - que só eu mesma leio, talvez. Hoje as palavras serão poucas porque vou fazer uma prova daqui a pouco e outra amanhã e preciso estudar. Depois de quarta-feira voltarei a ativa por aqui. #fui

sábado, 30 de abril de 2011

Sem título


Foi aos 15 anos que eu tomei um certa decisão na minha vida, que mudou tudo, tudo não, mas quase tudo. Achei que estava na hora de mudar. Mudar pra quê? Nem eu sabia, mas queria. E querer já era o bastante. Eu morava em Guarabira, cidade do interior da Paraíba. Um belo dia cheguei em casa e disse “Mãe, eu quero estudar em João Pessoa”.  Pra uma mãe que só tem uma filha, é mais do que difícil ficar longe dela e eu entendi o NÃO como resposta. 

Depois de muita conversa e analise. O NÃO virou SIM, e o êxodo aconteceu. Fui embora pra João Pessoa. Primeiro passo foi convencer a minha mãe e esse já estava resolvido. O segundo passo era encontrar uma escola pra eu estudar. Rodei atrás de um colégio e acabei no Motiva, típico colégio burguês. Galera estranha, cada um com seu grupinho, cada um mais rico que o outro...

Foi aí o meu erro. Troquei os pés pelas mãos. Deixei amigos, amigos verdadeiros e família pra ir pra longe [nem tão longe assim], onde eu tinha que começar, digamos que, do zero. Me enturmar no meio de gente que se conhecia a anos foi o mais difícil. Eu era uma intrusa no meio daquele povo tão diferente dos meus velhos amigos de Guarabira. Tive que conviver com a saudade. Tive que sentir falta, pra da valor.

Dessa época de Motiva, só tenho contato hoje com 3 pessoas, pra terem noção. Passei despercebida  por  lá. Os professores e diretos só devem lembrar de mim porque uma vez eu roubei um boletim, que só podia ser entregue aos pais, e minha mãe jamais podia ter o prazer de vê aquela obra prima. Mas Dona Sônia, a diretora, descobriu. Chamou a minha mãe na escola pra contar tudo e ainda me intitulou de ladra e marginal. Então, ela jamais pode esquecer uma pessoa mal caráter com eu, que passou pela escola dela.

Eu podia ter evitado tudo disso e ter ficado em Guarabira mesmo, com a minha família e com todos os meus amigos fazendo aquela zueira de sempre. As coisa acontecem na vida gradativamente, na hora certa de acontecer. Não adianta antecipar momentos. Eu antecipei muitos, que podiam ter esperado. Eu sempre gostei de ir além, e sempre gostei de me arriscar pra vê no que dá. Mas as coisas não podem ser assim. É perigoso.

­­

terça-feira, 26 de abril de 2011

-


Se eu tivesse [pelo menos metade] da força
Que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele
O teu desenho


Feitos um pro outro
Feitos pra durar
Uma luz que não produz
Sombra

[3x4] 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pouca Vogal

 Um dia desses eu decidi ir ao show de Pouca Vogal,


Pouca Vogal é um projeto paralelo de rock brasileiro criado pelos cantores gaúchos Duca Leindecker Lindo *-* (líder e guitarrista da banda Cidadão Quem) e Humberto Gessinger (líder e baixista do grupo Engenheiros do Hawaii).

Meu namorado, fã enlouquecido da menor banda brasileira como diz Humberto, comentou comigo que iria ter esse show aqui em João Pessoa. E todo mundo sabe que esse tipo de show em João Pessoa é difícil de acontecer. Aqui reina o Forró de Plástico. FATO. E pra não perder a oportunidade única de escutar uma boa música, decidir ir, sem possibilidade alguma do contrário.

Não vou negar, não conhecia as músicas da banda, salvo umas duas ou três. Mas fiz questão de baixar todas, tanto do próprio CD de Pouca Vogal, quanto dos Engenheiros do Hawaii e de Cidadão Quem.  Eu tinha que esta afiada no dia do show, com as músicas na ponta da língua. Não podia fazer feio diante de fãs que sabiam até as vírgulas e os pontos de todas as canções.

Depois das músicas devidamente baixandas, fui escutar. E vocês já devem imaginar que eu amei canda música, cada letra, cada toque... Não tem como não amar. É música boa, é som  pra transcender a alma e viajar nos pensamentos. É  música pra se identificar, pra chorar, pra sorrir, pra amar... É  música pra qualquer sentimento.

O dia do show chegou. Eu estava ansiosa. Não era a minha banda preferida, mas eu sentia que a partir daquele dia podia começar a ser. Não deu tempo de aprender todas as músicas, no entanto as que mexeram comigo, eu sabia de có. Meu namorado estava radiante, feliz é pouco. Banda preferida e namorada juntos em só lugar, realmente é de ficar mais do que feliz mesmo.

E o show foi como o esperado, Duca e Humberto cantarão muito. A galera foi ao delírio a cada música. E eu? Eu simplesmente amei. [Duca é muito mais lindo pessoalmente, tem um sorriso encantador.] Bem, mas eu não poderia acabar esse post sem da os devidos créditos, ao meu maior influênciador, meu amigo, meu namorado, meu tudo. O pouco que sei de música, eu aprendi com ele. E a minha felicidade no maravilhoso show de Pouca Vogal eu também devo a ele.

Ps: Não foi o show de Leoni, mas foi A Noite Perfeita.

terça-feira, 5 de abril de 2011

prova de fisiologia

“Tudo na vida requer um esforço sincero. “

Bem, sempre levei essa frase muito a sério. Na teoria pode até ser bonitinha e fácil, mas não é. Na prática o bicho pega. Você ter um sonho e nunca desistir dele, tudo bem. Mas você ter um sonho, não desistir dele, lutar por ele e no final tudo acabar em nada. É tenso.
  
Isso aconteceu com a minha maravilhosa prova de Fisiologia.

Passar noites estudando um livro de 500 páginas, não é algo interessante. E por isso nunca me interessou. Mas eu achei que estava na hora de mudar as coisas. E encarei o livro 500 páginas com força total. Começo de período, essas coisas todas. É melhor tirar nota boa logo agora, pra desapertar no final.

As aulas da professora de fisiologia são terríveis, ela simplesmente não é professora, só esta estagiando por conta do seu mestrado. E a partir dai já podia se dizer que eu estava lascada. No início das aulas, ela conseguia passar o assunto mais ou menos, do meio pro fim, ela se enrolava toda. Acabando assim com os meus planos de aprender algo.

Mas, eu nem liguei se a professora era ruim ou não. Duas semana antes da prova, comecei a estudar. Estudei, estudei, estudei, estudei... como nunca.

Tudo sobre músculo esquelético, músculo liso, trato gastrointestinal estava na ponta da língua, quer dizer, eu que pensei que aquilo que eu havia estudado era tudo. Mas sempre fica umas coisinhas por estudar, que a gente sempre pensa que não vai cair. Pois são essas mesmas que caiem. Enfim, chegou o dia da prova. O dia tão temido. A prova era só as 8h, mas fiz questão de acordar as 5h, pra da aquela última revisão final. Tudo devidamente decorado, uma ou outra dúvida, mas nada que me agoniasse, as coisas principais eu sabia [ou achava que sabia].

Cheguei na universidade, com o caderno na mão, dando as últimas olhadas em como se da a contração muscular nos músculos liso e esquelético. Sentei na cadeira, olhei pros meus colegas e só vi as carinhas de tensão deles.

A professora me entrou a prova, eu baxei a cabeça pra faze-la, e adivinha? ME FUDI.