sábado, 20 de julho de 2013
Resenha: Travessuras da menina má
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Mundo Digital e Cultura Nordestina
"A cultura da nossa região nos deu várias coisas que poderíamos usar em um jogo: a estética em xilogravura, a trilha sonora em forró ou baião e a história em cordel. Esse é o maior valor do Xilo. Deixamos essas expressões culturais o mais amarradas possível. Os versos do cordel, por exemplo, não são um produto por si só, eles servem ao jogo,por isso não existem separados deles."
- Rodrigo Motta, conta em entrevista a Revista da Cultura.
sábado, 22 de dezembro de 2012
A Culpa é Das Estrelas
O instagram é o meu vício e de minuto em minuto pego o celular pra dar aquela olhadinha. Em uma dessas olhadas eu me deparei com fotos de um certo livro azul. E fui procurar saber um pouco sobre ele. O tal livro intitulado A Culpa é Das Estrelas, me chamou atenção a principio pela cor da sua capa, um azul bem vivo, que não tem como passar despercebido. Descobri que o outro é John Green, que tem um estilo de escrita voltado pra o público jovem, mas que não deixa de arrebatar os corações adultos.
As resenhas que li sobre esse livro foram na maioria excelentes, todo mundo muito apaixonado por esse romance de Green. Então, achei que eu devia ler e dar a minha própria opinião.
Hazel é uma paciente terminal de câncer, vive muito sozinha e sua mãe querendo mudar isso, insiste para Hazel frequentar ao Grupo de Apoio a Criança Com Câncer para se distrair e fazer amigos. Nesse grupo de apoio ela conhece Gus, que também sofre da doença, e os dois logo ficam muito íntimos. Mas Hazel tem medo de ser uma bomba relógio na vida dele.
A história de Hazel e Gus só ficou interessante pra mim bem no final do livro. E quase que não ficava pra falar a verdade, mas digamos que os últimos 5 capítulos salvaram todo o livro. Eu esperava algo mais, e no entanto encontrei uma história de amor bem normal. Mas pra quem gosta do gênero é uma boa pedida.
Até a próxima,
Beijos.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
O Hobbit
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
sala de espera
Eu frequento o mesmo dentista a um bom tempo. E sentada aqui nessa cadeira esperando a minha vez, percebi que sempre que estive nesse local, minha vida estava passando por fases diferentes. Criança, adolescente e hoje aos 20 continuo dando as caras.
Eu mudei bastante. Já esse lugar continua o mesmo, mas deve ter mudado alguma coisa, talvez o jarro em cima da mesa da secretária, a própria secretária, os quadros, a cor da parede, tudo isso deve ter mudado, só que eu não presto muita atenção nos detalhes. Se mudou ou não, não lembro, mas posso dizer que do jeito está, tá bom.
E eu, do jeito que estou, estou boa? Espero que sim.
Sinto saudade do que fui, das coisas que tive, dos amigos, da escola e de mais um montão de coisas que não caberiam aqui se fosse mencionar todas.
Me pego muitas vezes pensando no passado sem necessidade, o presente parece tão melhor.
Há uma ligação forte entre em mim e o que já vivi, que me prende e não me solta. Se o passado fosse só um lembrança, tudo bem, mas querer voltar pra ele é um pouco demais eu acho.
Se bem que eu adoraria ter meu violão novamente pra passar horas e horas tocando - em um dia de loucura eu vendi. Queria voltar a fazer aula de dança, voltar ao cursinho de inglês que parei no ultimo estágio porque tinha enjoado, voltar a escrever cartas e dessa vez entrega-las, pois não tive coragem de entregar as que escrevi, voltar a fazer coisas simples mesmo.
As coisas complexas, essas eu tenho medo de voltar no tempo pra refaze-las. Apesar que mereciam ser mudadas. Foram muitas conversas mal resolvidas, que eu queria ter a oportunidade de voltar e me explicar melhor, mas no fundo eu sei que essas não valeriam a pena. Naquela época eramos, eu e os outros, cabeça dura demais. Seria uma missão quase impossível mudar.
Ai ai, eu e esses minhas vontades.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
aula
Daí, o que foi que eu pensei? Vou atualizar esse troço, já que eu só dou as caras por aqui em situações de extremo tédio, quando não tem mais nada pra se fazer nesse mundo, me restando unicamente postar aqui.
Mas o pior que hoje é uma sexta- feira que antecede a o final de semana do carnaval. É ou não é pra chorar? É. E se essa professora não fizer a chamada eu vou pula da cadeira e dá um mata-leão nela, pq né.
Eu deveria está no bus indo pra Gba bem de boa nesse momento. Mas eu vou esquecer isso pq não adianta lamentar mais.
Sem contar que esse arcondicionado, tá gelando de um jeito, que eu tô me sentindo a Luiza que está no Canadá.
Voltando a aula em 3,2,1
Bom carnaval pra quem vai curtir e boa sorte pra mim que vou passar o fim de semana estudando calculo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
tem vez que as coisas pesam mais...
Tá aqui a menina esperança, que com duas frases feitas consegue se livrar temporariamente das lágrimas... Que voltam, cedo ou tarde.
E algumas vezes voltam de uma forma inesperada e me pega desprevenida. Como aconteceu na última semana, quando recebi uma péssima notícia, dessas de abalar as estruturas e de não ter frase no mundo que me de esperança e faça essas lágrimas desaparecerem. É estranho passar a vida toda sabendo como driblar os fatos e na hora que é de extrema importância não conseguir.
Sinto que eu podia contornar qualquer situação, mas essa é como se fugisse o meu controle. Odeio doenças. Odeio ver pessoas sofrendo com elas. Odeio mais ainda não poder fazer nada. Me sinto inútil. Ter fé parece não ser suficiente. Eu queria colocar a mão na massa e arrancar com meus próprios dedos o mal de dentro da pessoa que eu amo, como nos meus sonhos... sonhos ainda podem virar realidade?
Esse troço/blog ainda existe
Eu tô sem pc e só os deuses do olimpo sabem o quanto tô sofrendo por conta disso, mas de certa forma a tragédia é minimizada devido ao meu iPhone de guerra. Que nesta exato momento está me possibilitando realizar esse post inútil. Salve Apple, salve Steven Jobs, salve a esse app.
Se bem que se eu estivesse com meu pc agora, estaria levando um pau na cara sem conseguir baixar uma série se quer. Maldita seja essa SOPA.
Sem pc e sem festa da luz também...
É isso mesmo, sem festa da luz porque agora eu sou uma pessoa de Deus e não frequento esse tipo de festa. Mentxira. Não fui porque não era pra eu ir mesmo, mas em 2013 estaremos lá. Ou não.
Bem, Janeiro já pode acabar. Chega de perrengue.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Que música você veste?
Voltando ao assunto.
O tema do São Luiz Fashion era “Que música você veste?”. Cara, eu acho fantástico unir música com qualquer outro ramo. Música é inspiração e pode sim influenciar no seu jeito de vestir e nos deparamos bastante com isso. A Banda Restart, por exemplo [de mau gosto] os caras se vestem conforme o estilo de música que eles tocam. Segundo eles o happy rock: um tipo de rock, se é que isso pode se chamar de rock, com o intuito de transmitir alegrias, então por isso usam aquelas roupas bem de biba super coloridas.
A galera do rock pesado gosta de usar umas roupas pretas com símbolos de caveiras e o @walbimm já teve essa fase que eu fiquei sabendo. Ops, contei. Outra turma que também tem um estilo bem próprio são os rappers que usam bonés de aba reta, calça largada, cueca aparecendo etc. Os hippes com seus cabelos rastafári, suas roupas simples e curtidores oficiais do raggae. Se eu for falar aqui de todos os estilos o post vai ficar gigantesco.
A ideia é essa, mostrar que cada um se veste de acordo com aquilo que ouve, que você tem em seu guarda-roupa uma verdadeira playlist. Pode ser muito divertido acordar pela manhã e dizer “Hoje eu vou me inspirar em Chico Buarque” e sair por aí esbanjando elegância. Ou caso você tenha levando um pé na bunda do seu namorado(a) e caído em uma tristeza profunda, aí decide se inspirar nas músicas de Adele. Você completou 18 anos e seu pai te deu um carro, nesse momento você sente uma felicidade que não sabe explicar e decide sair pra dá um role com uma roupa inspirada em Two Door Cinema Club. Mas terão aqueles dias em que você vai criar seu próprio estilo, só espero que não criem nada parecido com isso.
Beijos. Até a próxima.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Quebrei o notebook
De repente meu tio me chama. Eu muito apressada pra saber o que o meu tio queria, me levantei rápido e sem querer tropecei no cabo do carregador. Dou um 7belo pra quem advinhar o que aconteceu? Pois bem, aconteceu isso mesmo que você está pensando e para sua felicidade você acaba de ganhar um 7belo. Continuando a história e confirmando aquilo que todo mundo já imagina, meu pc caiu no chão. Isso tinha ocorrido outras vezes e por sorte não havia acontecido nada demais. Só que dessa vez foi diferente.
O cristal da tela do notebook quebrou. Eu gelei na hora. Pedi a Deus trinta vezes pra que aquilo fosse um sonho, mas eu sabia que não era. A irresponsável pela milésima vez aprontava mais uma. Tentei me consolar pensando que esse tipo de coisa acontece com todo mundo. No entanto meu tio fez o favor de esfregar na minha cara que isso era tudo menos normal e blá blá blá blá blá ...
Como esse blog é forever esquecido, se eu passar mil dias sem postar não vai fazer diferença alguma. Mas vou tentar postar sempre que der. Eu baixei um aplicativo no meu iPhone que me permite postar aqui no blog, aplicativo esse no qual estou agora. Obviamente que é horrível postar por esse aplicativo, só que pro momento só me resta isso mesmo.
Meu tio falou que vai levar o note para ajeitar amanhã. Espero que dê tudo certo, porque no fundo eu acho que vai da merda e eu vou ter que comprar outro note. E no momento isso não entra nos planos econômicos da minha família.
Só me resta rezar =[
sábado, 27 de agosto de 2011
Fast Car
No meu ultimo post eu fiz uma piada infame com as palavras fast car, que com certeza ninguém entendeu. Ninguém entendeu pelo simples fato de ser uma piada interna. Mas que eu não vejo problema algum em torná-la externa.
Um dia, bem por acaso - ou não - me bati com um cara que iria fazer a minha vida mudar. Eu que sempre gostei de uma confusão, complicação e tudo mais que termine com ão, me vi gostando desse carinha sem lei e sem documento. Há quem diga que são desses amores loucos que saem grandes histórias. Eu só vim mesmo acreditar nisso depois de muitos bocados...
Antes desse romance a vida já tinha me colocado diante de outros romances. Na escala do amor eu já subi e desci. Já apanhei e aprendi. Não cogitei em momento algum que houvesse algo mais pra acontecer. É nessas horas que a gente se engana. Porque até o ultimo momento da vida a gente vai está sujeito a surpresas inimagináveis. Só a morte faz o ciclo da vida acabar, antes disso tudo pode acontecer.
Sim, ai eu comecei a me relacionar com esse boy. Se existia a perfeição, ela estava ali embutida nele. Só que mais pra frente eu fui perceber que perfeito só Deus. O ser humano erra e erra na cara de pau. Mas o amor se sobressai sempre. Bem, o amor... Esse mesmo, o amor.
Esse cara que apareceu na minha vida não é perfeito, é simplesmente humano. É uma pessoa que se doa e que não desiste fácil, eu posso dizer até que ele não desiste nunca. E pra fazer o contraponto, foram às pessoas que ao longo da vida desistiram muito dele. Inclusive eu. Quem me conhece sabe da minha relação com desistências. Mas por algum motivo, que eu nunca descobri qual, eu resolvi começar a me empenhar em amar pessoas que tem algo a me ensinar. Foi a partir dessa sacada, que tudo mudou. O dia dessa minha sacada pra vida já faz algum tempo, só que tudo se oficializou dentro da minha cabeça quando ele me mandou essa música.
Eu não me arrependo dessa minha decisão, de ficar e lutar até o fim pelo nosso amor. Hoje eu escuto Engenheiros o Hawaii e Biquini Cavadão. Hoje eu faço planos para ir assistir a Orquestra Sinfônica da Paraíba. Hoje eu entendo melhor o que se passa dentro do meu coração e dentro do coração dos outro. Hoje eu sei perdoar. Hoje eu sei não desistir. Hoje eu sei amar.
ps: Se esse post ficou muito viajoso, não liguem, foi só um desabafo das três da manhã.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Post Fast
Esse post vai ser super fast [car].
Por que vai ser fast? Porque hoje vai acontecer o Ejc da Paróquia dos Bancários em que eu vou trabalhar e o @walbimm acabou de me ligar dizendo que daqui a pouco vai passar aqui em casa para me pegar pra irmos juntos para o local onde vai acontecer o Ejc. Então eu vou ter que ser rápida por aqui, por que mulher em quesito de se arrumar vocês sabem como é né. Falando nisso, acabei de perceber que eu não pintei as minhas unhas e que não da mais tempo e que elas irão feias assim mesmo. Fail.
...
Um dia desses escutando a Rádio Folha. com me deparei com uma música e foi a amor a primeira ouvida. Sei lá, pode ser que ninguém além de mim curta ela, mas a minha boa intenção de postar ela aqui é válida. Fiquem aí ao som de You and I - Wilco.
Por hora é só. Vou indo nessa para não me atrasar mais do que já estou.
Só mais um coisa, o cheiro de mofo desse blog agora sai.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Denúncia
Passei a vida toda escutando a minha mãe falar que eu tinha que passar no vestibular da universidadefederal. Eu também achava que a federal era sem dúvida a melhor opção. E quase morri de tanto estudar pra passar. E passei, mas morta do que viva pra enfrentar outra guerra.
Realmente a UFPB tem maravilhosos professores, mas não é porque é federal que vai deixar de ter também os piores. Tem professores ruins? Tem sim.
O que tem me incomodado é o desdém dos professores. No período passado, eu tive uma professora de Métodos e Técnicas de Pesquisa que não comparecia as aulas e quando comparecia só falava merda. Ela não deu sequer um assunto em 6 meses de curso, nem fez prova e quando já estava no fim do período passou um trabalho. Mas isso não é o pior, o pior é que ela disse que o meu trabalho estava todo errado e pá. Aí eu falei para a própria que se ela tivesse me dado aula direitinho eu teria feito o trabalho correto e quando eu cogitei a possibilidade de ir para a final, acho que a professora não gostou, porque se ela não fez nenhuma prova durante o período, não seria agora no final que ela iria fazer né. Resumindo, ela arrumou nota num sei de onde pra mim e eu passei com 7.
ps: Essa professora disse em uma de suas raras aulas, que ela faltava porque tinha que comprar remédios. Hã? LOUCA.
Outro ponto.
Já faz três semanas que eu estou sem professor de Neuroanatomia e do jeito que vai, não vão arrumar um tão cedo. Só que simplesmente Neuroanatomia é pré-requisito para quatro cadeiras do próximo período. É justamente isso que está me preocupando, porque se não arrumarem um professor o mais rápido possível, eu irei perder um período. O que parece não fazer diferença alguma para os coordenadores do Departamento de Anatomia, que já estão com a vida ganha.
A neguinha aqui só se dá mal.
ps: Além desses muídos todos que eu falei, ainda tem uma greve de promoção.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Férias
Bem antes das férias chegarem de fato, eu dei um pulo aqui no blog e falei que ia postar com frequência nesses dias de vida mansa. E como de costume, eu não postei nada, e lá se foram as férias.
A UFPB de merda, por conta num sei do que lá, deu aos seus alunos 20 dias de férias. Só e somente só. Eu nunca imaginei que em 20 dias pudesse acontecer tantas coisas como aconteceu. Foi muído de todo tipo, indo dos pênaltis perdidos pela seleção brasileira na copa américa até a morte de Amy Whinehouse.
Eu como uma boa jovem idosa, nessas mini férias fiquei em casa, dormi muito e viajei nas aventuras de Eragon, que por sinal é um bom livro [indico]. Aproveitei também para colocar a cabeça no lugar e tomar decisões que podem mudar a minha vida. Chega certo ponto que não dá mais pra ficar do jeito que tá. Né? De acordo com a idade, a mente tem que crescer também.
Espero voltar aqui mais vezes. É só o que espero. Tenho tantas coisas pra desabafar com palavras. Só falta a minha preguiça me da umas férias, que se fossem de 20 dias já estava bom.
FUI.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Again
sábado, 30 de abril de 2011
Sem título
Depois de muita conversa e analise. O NÃO virou SIM, e o êxodo aconteceu. Fui embora pra João Pessoa. Primeiro passo foi convencer a minha mãe e esse já estava resolvido. O segundo passo era encontrar uma escola pra eu estudar. Rodei atrás de um colégio e acabei no Motiva, típico colégio burguês. Galera estranha, cada um com seu grupinho, cada um mais rico que o outro...
Foi aí o meu erro. Troquei os pés pelas mãos. Deixei amigos, amigos verdadeiros e família pra ir pra longe [nem tão longe assim], onde eu tinha que começar, digamos que, do zero. Me enturmar no meio de gente que se conhecia a anos foi o mais difícil. Eu era uma intrusa no meio daquele povo tão diferente dos meus velhos amigos de Guarabira. Tive que conviver com a saudade. Tive que sentir falta, pra da valor.
Dessa época de Motiva, só tenho contato hoje com 3 pessoas, pra terem noção. Passei despercebida por lá. Os professores e diretos só devem lembrar de mim porque uma vez eu roubei um boletim, que só podia ser entregue aos pais, e minha mãe jamais podia ter o prazer de vê aquela obra prima. Mas Dona Sônia, a diretora, descobriu. Chamou a minha mãe na escola pra contar tudo e ainda me intitulou de ladra e marginal. Então, ela jamais pode esquecer uma pessoa mal caráter com eu, que passou pela escola dela.
terça-feira, 26 de abril de 2011
-
Se eu tivesse [pelo menos metade] da força
Que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele
O teu desenho
Feitos um pro outro
Feitos pra durar
Uma luz que não produz
Sombra
[3x4]
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Pouca Vogal
Pouca Vogal é um projeto paralelo de rock brasileiro criado pelos cantores gaúchos Duca Leindecker Lindo *-* (líder e guitarrista da banda Cidadão Quem) e Humberto Gessinger (líder e baixista do grupo Engenheiros do Hawaii).
Meu namorado, fã enlouquecido da menor banda brasileira como diz Humberto, comentou comigo que iria ter esse show aqui em João Pessoa. E todo mundo sabe que esse tipo de show em João Pessoa é difícil de acontecer. Aqui reina o Forró de Plástico. FATO. E pra não perder a oportunidade única de escutar uma boa música, decidir ir, sem possibilidade alguma do contrário.
Não vou negar, não conhecia as músicas da banda, salvo umas duas ou três. Mas fiz questão de baixar todas, tanto do próprio CD de Pouca Vogal, quanto dos Engenheiros do Hawaii e de Cidadão Quem. Eu tinha que esta afiada no dia do show, com as músicas na ponta da língua. Não podia fazer feio diante de fãs que sabiam até as vírgulas e os pontos de todas as canções.
Depois das músicas devidamente baixandas, fui escutar. E vocês já devem imaginar que eu amei canda música, cada letra, cada toque... Não tem como não amar. É música boa, é som pra transcender a alma e viajar nos pensamentos. É música pra se identificar, pra chorar, pra sorrir, pra amar... É música pra qualquer sentimento.
O dia do show chegou. Eu estava ansiosa. Não era a minha banda preferida, mas eu sentia que a partir daquele dia podia começar a ser. Não deu tempo de aprender todas as músicas, no entanto as que mexeram comigo, eu sabia de có. Meu namorado estava radiante, feliz é pouco. Banda preferida e namorada juntos em só lugar, realmente é de ficar mais do que feliz mesmo.
E o show foi como o esperado, Duca e Humberto cantarão muito. A galera foi ao delírio a cada música. E eu? Eu simplesmente amei. [Duca é muito mais lindo pessoalmente, tem um sorriso encantador.] Bem, mas eu não poderia acabar esse post sem da os devidos créditos, ao meu maior influênciador, meu amigo, meu namorado, meu tudo. O pouco que sei de música, eu aprendi com ele. E a minha felicidade no maravilhoso show de Pouca Vogal eu também devo a ele.
Ps: Não foi o show de Leoni, mas foi A Noite Perfeita.
terça-feira, 5 de abril de 2011
prova de fisiologia
Bem, sempre levei essa frase muito a sério. Na teoria pode até ser bonitinha e fácil, mas não é. Na prática o bicho pega. Você ter um sonho e nunca desistir dele, tudo bem. Mas você ter um sonho, não desistir dele, lutar por ele e no final tudo acabar em nada. É tenso.
As aulas da professora de fisiologia são terríveis, ela simplesmente não é professora, só esta estagiando por conta do seu mestrado. E a partir dai já podia se dizer que eu estava lascada. No início das aulas, ela conseguia passar o assunto mais ou menos, do meio pro fim, ela se enrolava toda. Acabando assim com os meus planos de aprender algo.
Mas, eu nem liguei se a professora era ruim ou não. Duas semana antes da prova, comecei a estudar. Estudei, estudei, estudei, estudei... como nunca.
Tudo sobre músculo esquelético, músculo liso, trato gastrointestinal estava na ponta da língua, quer dizer, eu que pensei que aquilo que eu havia estudado era tudo. Mas sempre fica umas coisinhas por estudar, que a gente sempre pensa que não vai cair. Pois são essas mesmas que caiem. Enfim, chegou o dia da prova. O dia tão temido. A prova era só as 8h, mas fiz questão de acordar as 5h, pra da aquela última revisão final. Tudo devidamente decorado, uma ou outra dúvida, mas nada que me agoniasse, as coisas principais eu sabia [ou achava que sabia].
Cheguei na universidade, com o caderno na mão, dando as últimas olhadas em como se da a contração muscular nos músculos liso e esquelético. Sentei na cadeira, olhei pros meus colegas e só vi as carinhas de tensão deles.
A professora me entrou a prova, eu baxei a cabeça pra faze-la, e adivinha? ME FUDI.


